Rock In Rio: A Arte de Sonhar e Fazer Acontecer

 / 03.10.2019

Sempre fui fascinado por negócios que conseguem se perpetuar. Sempre fui fascinado também por negócios que conseguem gerar experiências inesquecíveis a seus clientes. Além de tudo, sempre fui um fã incondicional de boa música. 

Há décadas acompanho (e frequento) o Rock in Rio. Muitos o vêem apenas como um festival de música. Outros já se “atreveram” a contar a sua história pelo ponto de vista do festival e das grandes estrelas que já passaram pelo evento. 

Diante de todo o meu fascínio por música, por negócios que conseguem se perpetuar e gerar experiências inesquecíveis, eu e meu sócio Arthur Igreja resolvemos embarcar em uma novo desafio: escrever o primeiro livro explorando o lado business do Rock in Rio. 

Por que temos tantos livros e autores discutindo o famoso Disney Way (o padrão de encantamento que a Disney produz nos seus milhões de clientes), mas não temos gente falando sobre como o Rock in Rio têm sido capaz de encantar milhões de pessoas ao longo de 34 anos?

Após muitas entrevistas, horas sentados escrevendo, edições, dúvidas e ansiedade, nosso “filho” nasceu: ROCK IN RIO: A ARTE DE SONHAR E FAZER ACONTECER, lançado pela Editora Gente. 

É natural que muitas pessoas ainda encarem o Rock in Rio como “apenas um evento de música”. Mas não poderiam estar mais equivocadas. Isso é uma das coisas mais fascinantes sobre o Rock in Rio.

Ele é uma plataforma de experiência. E ele nasceu como uma plataforma de experiências. 

Hoje ouvimos falar bastante sobre experiências, plataformas, marketing 360 etc. O ponto mais interessante é que o Rock in Rio vem fazendo tudo isso (com excelência) há 34 anos. Muito disso está ligado à figura e cabeça de seu fundador: Roberto Medina. 

Segundo Lionel Chulam, sócio e VP Financeiro do Rock in Rio, Roberto Medina “vê o futuro”. Foi assim, quando ele decidiu, ainda na década de 80, apostar no modelo de negócio baseado em patrocínios, não apostando inteiramente na bilheteria, como era o modelo tradicional dos festivais no mundo inteiro na época. 

Roberto sempre viu o Rock in Rio como uma plataforma de experiências. A música é apenas um instrumento pelo qual parte das experiências são entregues. O Rock in Rio é uma plataforma de entretenimento capaz de unir e encantar, em apenas um espaço, marcas gigantescas e pessoas sedentas por experiências inesquecíveis.

Se hoje somos bombardeados por anúncios em praticamente todos os lugares, as marcas que proporcionam experiências são aquelas capazes de ativar o seu público. 

Segundo Rodolfo Medina: “As pessoas não se sentem ofendidas pelas atrações serem de marcas, desde que a experiência entregue seja incrível”. 

Algumas coisas são extremamente particulares ao negócio. 

Uma equipe de 30 e poucos funcionários “fixo” sobre para mais de 20 mil nos dias do evento. Em um mundo onde se fala bastante sobre escala e negócios escaláveis, esse é um dos exemplos mais peculiares de escalabilidade que eu consigo me lembrar. 

Além disso, as pessoas que lá trabalham possuem uma ética de trabalho e uma adoração pela marca que poucas vezes vi. Podemos dizer que existe um certo misticismo por trás da marca e da empresa Rock in Rio. Contudo, existe também um trabalho quase descomunal para que tudo saia melhor do que o planejado. 

Isso tudo só é possível graças a um propósito poderoso. O propósito de criar experiências inesquecíveis e tornar o mundo um lugar melhor através disso. 

Quem vê de fora, pode enxergar o Rock in Rio apenas como um evento de música. Como um acontecimento no qual alguns loucos se reúnem em uma sala e apenas conversam sobre criar um festival de música. 

O que a maioria não vê é a imensa série de engrenagens que está por trás do Rock in Rio. Contratos, prazos apertados, negociação com marcas, tecnologia, comunicação com os participantes e muitas, muitas outras variáveis. 

Foi pensando em revelar algumas dessas engrenagens que surgiu o nosso livro. 

Como o Rock in Rio consegue encantar tanta gente há 34 anos?

Como o negócio conseguiu se tornar uma das maiores plataformas de entretenimento do mundo?

O que as novas iniciativas do evento, como o Rock in Rio Academy e a Game XP, dizem sobre o futuro da marca?

Se você quer as respostas para essas e muitas outras perguntas e quer entender mais sobre o lado business do Rock in Rio, clique aqui para adquirir o seu exemplo de ROCK IN RIO: A ARTE DE SONHAR E FAZER ACONTECER. 

Quero ver mais e mais negócios promovendo grandes experiências para seus clientes e marcas e pessoas cada vez mais interconectadas. O Rock in Rio é um ótimo case para saber como fazer isso acontecer. 

Quer saber como transformar o seu sonho em um negócio inesquecível? Tenho certeza que entender mais sobre o Rock in Rio é uma ótima maneira de começar. 

 

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Allan Costa
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